Com soluções simples, 37 municípios brasileiros oferecem ensino fundamental
público de boa qualidade ou, pelo menos, muito melhor do que seria de se
esperar, dadas as condições de pobreza da população e a falta de recursos. A
lista foi elaborada pelo Ministério da Educação (MEC) e o Fundo das Nações Unidas
para a Infância (Unicef).
As cidades não são as que têm o mais alto Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador que orienta o plano do governo com metas de qualidade até 2021. Entraram na lista os municípios que, apesar das condições socioeconômicas desfavoráveis, oferecem ensino bom o suficiente para ficar acima da média nacional no Ideb.
Em outras palavras, o estudo premia o milagre do bom senso. Afinal, essas redes municipais fazem o que deveria ser a regra em toda escola pública: focar na aprendizagem do aluno. O resultado é certeiro: onde tudo gira em torno da obsessão de que os estudantes aprendam... não é que isso acontece?
O estudo "Redes de aprendizagem" buscou responder à seguinte questão: O que essa rede faz para garantir o direito de aprender?
O governo e o Unicef querem que a experiência sirva de exemplo para o resto do país. Em comum, as 37 redes municipais têm dez pontos: foco na aprendizagem, atuação como rede, planejamento, avaliação, perfil do professor, formação do corpo docente, valorização da leitura, atenção individual ao aluno, atividades complementares e parcerias.
Veja os 37 municípios:
- Mortugaba (BA)
- Presidente Dutra (BA)
- Alto Alegre do Pindaré (MA)
- Teresina (PI)
- Sobral (CE)
- Alvorada (TO)
- Altamira (PA)
- Rio Branco (AC)
- Santarém (PA)
- Araguaína (TO)
- Apiacás (MT)
- Carmo do Rio Verde (GO)
- Cezarina (GO)
- Comodoro (MT)
- Piranhas (GO)
- Formosa (GO)
- Rondonópolis (MT)
- Rio Verde (GO)
- Lagamar (MG)
- Santa Rita de Caldas (MG)
- Sud Mennucci (SP)
- Rio Piracicaba (MG)
- Sete Barras (SP)
- João Monlevade (MG)
- Santo Antônio de Pádua (RJ)
- Votuporanga (SP)
- Divinópolis (MG)
- Jesuítas (PR)
- Marilena (PR)
- São Jorge D'Oeste (PR)
- Realeza (PR)
- Arroio do Meio (RS)
- Horizontina (RS)
- Guaramirim (SC)
- Farroupilha (RS)
- Sapiranga (RS)
- Pinhais (PR)
As cidades não são as que têm o mais alto Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador que orienta o plano do governo com metas de qualidade até 2021. Entraram na lista os municípios que, apesar das condições socioeconômicas desfavoráveis, oferecem ensino bom o suficiente para ficar acima da média nacional no Ideb.
Em outras palavras, o estudo premia o milagre do bom senso. Afinal, essas redes municipais fazem o que deveria ser a regra em toda escola pública: focar na aprendizagem do aluno. O resultado é certeiro: onde tudo gira em torno da obsessão de que os estudantes aprendam... não é que isso acontece?
O estudo "Redes de aprendizagem" buscou responder à seguinte questão: O que essa rede faz para garantir o direito de aprender?
O governo e o Unicef querem que a experiência sirva de exemplo para o resto do país. Em comum, as 37 redes municipais têm dez pontos: foco na aprendizagem, atuação como rede, planejamento, avaliação, perfil do professor, formação do corpo docente, valorização da leitura, atenção individual ao aluno, atividades complementares e parcerias.
Veja os 37 municípios:
- Mortugaba (BA)
- Presidente Dutra (BA)
- Alto Alegre do Pindaré (MA)
- Teresina (PI)
- Sobral (CE)
- Alvorada (TO)
- Altamira (PA)
- Rio Branco (AC)
- Santarém (PA)
- Araguaína (TO)
- Apiacás (MT)
- Carmo do Rio Verde (GO)
- Cezarina (GO)
- Comodoro (MT)
- Piranhas (GO)
- Formosa (GO)
- Rondonópolis (MT)
- Rio Verde (GO)
- Lagamar (MG)
- Santa Rita de Caldas (MG)
- Sud Mennucci (SP)
- Rio Piracicaba (MG)
- Sete Barras (SP)
- João Monlevade (MG)
- Santo Antônio de Pádua (RJ)
- Votuporanga (SP)
- Divinópolis (MG)
- Jesuítas (PR)
- Marilena (PR)
- São Jorge D'Oeste (PR)
- Realeza (PR)
- Arroio do Meio (RS)
- Horizontina (RS)
- Guaramirim (SC)
- Farroupilha (RS)
- Sapiranga (RS)
- Pinhais (PR)




