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Homem tem cabeça esmagada por caminhão do Exército Brasileiro
- Sex, 17 de Fevereiro de 2012
- Karol Cavalcante
A fatalidade aconteceu no final da tarde desta sexta-feira, 17, na rua Rio Grande do Sul, bairro Aeroporto Velho, quando um cabo do 4º Batalhão de Infantaria e Selva, 4º BIS, que dirigia um caminhão do Exército Brasileiro que socorria moradores atingidos pela enchente atropelou e matou Manoel de Assis da Silva, 42 anos.
De acordo com testemunhas a vítima estaria embriagada quando caminhava na rua e teria escorregado na lama batendo no caminhão que saia de uma transversal.
Com o impacto da batida o corpo de Manoel caiu sob as rodas traseiras do caminhão carregado com mudanças de uma família atingida pela enchente que estaria sendo deslocada para o abrigo municipal instalado no Ginásio Coberto.
“O caminhão é alto, nem cheguei a ver a vítima somente percebi que algo errado havia acontecido quando os soldados gritaram para parar, pois alguém teria sido atropelado. Parei o caminhão e ao ver a cena entrei em desespero, afinal de estava salvando vidas e uma fatalidade tirou a vida de uma pessoa” disse o Cabo Altamires.
Após o acidente familiares da vítima chegaram ao local e entraram em desespero e ameaçaram a guarnição do Exército.
Mesmo diante das ameaças o militar permaneceu no local do acidente, acionou socorro para a vítima e comunicou o ocorrido aos superiores.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU foi ao local, mas ao chegar não tinha mais nada o que fazer, pois a vítima teve morte instantânea.
O acidente foi tão grave que a cabeça da vítima foi esmagada deixando a massa encefálica exposta.
O militar que conduzia o veículo foi apresentado pelos superiores na delegacia de flagrantes – DEFLA da 1ª Regional, onde prestou depoimento em seguida foi liberado.


















Comentários
o Exercito não tem nada a ver com essa fatalidade que ocorreu. Meus pessames a familia. Qual quer pessoa de boa idone, apreende muito no exercito, basta querer.Força ao Cb, não adianta acha culpado, se for achar que a culpa seja da maldita da bebida.